Levítico – A purificação da mulher depois do parto

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            Há instruções, no capítulo doze, sobre as formas de purificação de uma mulher após o parto. Não se imagine que uma mulher era imunda pelo fato de menstruar ou ter um filho. Imagine-se a necessidade de ensinar higiene a um povo, num deserto, a 40° a sombra, quando há sombra. E disse mais o Senhor a Moisés: – Fala aos filhos de Israel: Se uma mulher conceber e tiver um menino, será imunda sete dias; como nos dias da sua menstruação, será imunda.

Se precisavam ser ensinados, era porque o costume anterior poderia ser o mais imundo.

A lepra mereceu dois capítulos inteiros, o treze e o quatorze, para sua explicação, adequação e manuseio.

Um povo santo, ou separado como imaginou Deus, é um povo que também precisa livrar-se, por exemplo, das doenças sexuais, que são transmissíveis. É um Deus preocupado com a alma sim, mas também com o corpo, e Deus ensina aos filhos de Israel e diz-lhes claramente: Qualquer homem que tiver fluxo seminal do seu corpo será imundo por causa do fluxo, falando a respeito disso vinte e sete versículos.

O ritual do dia da expiação era o momento em que o sacerdote, num rito de purificação, obtinha perdão dos pecados cometidos, por ele e pelo povo. Num outro momento, colocavam simbolicamente num bode os pecados de todos os Israelitas e soltava-o em um lugar deserto, e o ensinamento no livro é minucioso. Afinal, estamos falando de um ato que iria “levar as culpas do povo”, e o sacerdote Arão, deveria por ambas as mãos sobre a cabeça do bode vivo e sobre ele confessar todas as iniquidades dos filhos de Israel, todas as suas transgressões e todos os seus pecados; e os porá sobre a cabeça do bode e enviá-lo-á ao deserto, pela mão de um homem à disposição para isso. Assim, aquele bode levará sobre si todas as iniquidades deles para terra solitária; e o homem soltará o bode no deserto.

O livro posterior, que compreende o trecho de Lv 17.1 a 26.46 forma um código, onde podemos notar a santidade como povo de fundo. Quando pensamos em santidade, diferentemente das imagens de muitos santos, com aquela auréola em cima da cabeça, ou quando a bíblia nos fala em sermos santos, o conceito embutido é o conceito de separação. Santo é o separado. Aquele que sabe que é fraco, pecador, decide, usando todo o seu direito de escolha, não pecar, ou não permanecer pecando. Entende-se que Deus ama a prostituta, mas odeia a prostituição.

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