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Jonas – Em Nínive

    E, vindo novamente a palavra, Jonas obedece e vai a cidade e proclama. A cidade era grande, demorava-se 3 dias para percorrê-la, mas Jonas percorreu a cidade inteira em 1 dia, pregando e dizia:

– “Ainda 40 dias e Nínive será subvertida”,

     A mensagem encontra eco e toda cidade crê em Deus e levantam um jejum:

 Chegou esta notícia ao rei de Nínive; ele levantou-se do seu trono, tirou de si as vestes reais, cobriu-se de pano de saco e assentou-se sobre cinza.

E fez-se proclamar e divulgar em Nínive: Por mandado do rei e seus grandes, nem homens, nem animais, nem bois, nem ovelhas provem coisa alguma, nem os levem ao pasto, nem bebam água; Jn 3. 6-7

     A conversão repentina da cidade, com seus habitantes em jejum, vestidos com pano de saco é aceita por Deus, e Deus se “arrependeu” [1] [1] do mal que tinha dito que lhes faria, e não fez.

     A mensagem central e o resultado concreto é o concerto da cidade com Deus. Incrivelmente, com o anúncio de um dia, de um único profeta, 120.000 almas se reconciliam, saindo dos seus maus caminhos e são salvas por Deus. O contraste evidente é a nação de Israel, de Judá, que concretamente apesar dos inúmeros avisos e dos inúmeros profetas enviados; nunca se converteram completamente, apenas com alguns hiatos de tempo na presença do Senhor. A Nação nunca abandonou por completo seus maus caminhos e constantemente buscaram a ira do Senhor, não ouvindo os profetas e, como geração má e perversa, inclusive, matando os profetas.


[1] [2] Sabemos a respeito da perfeição de Deus, que, em sendo perfeito, com seus atos perfeitos, não pode errar e nem se arrepender do que fez. O poeta usa uma expressão humana para evidenciar o amor de Deus por todo aquele que se arrepende dos seus maus desígnios e se volta a Ele.