Isaías – A queda da Babilônia

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     Babilônia também é alvo das profecias de Isaías, tanto o país como seu Rei, de que também seria destruída porque se ensoberbeceu (Is 14. 12-16). O próprio Senhor iria se encarregar e fazer, exterminando de Babilônia o nome e os sobreviventes, os descendentes e a posteridade, diz o SENHOR.

     Todas as nações e reinos que, ao longo dos períodos, oprimiram Israel de alguma maneira, recebem de Isaías uma profecia de destruição. Assim os Assírios (Is 14.24-27); os Filisteus (Is 14.28-32); os de Moabe, ou Moabitas (Is 15-16); os de Damasco e Efraim (Is 17); contra a Etiópia (Is 18); contra o Egito (Is 19); sobre o cativeiro dos Egípcios e Etíopes (Is 20); a Babilônia (Is 21.1-10); contra Dumá e Arábia (Is 21.11-17); Jerusalém (Is 22.1-14); Tiro (Is 23-24).

     Numa sequência profética, alternando profecia de destruição e profecias de consolação. A aliança com o Egito é duramente atacada, e aqueles que imaginavam o Egito como uma potência, ouvem o sarcasmo de Isaías, que chama o Egito de “gabarola” [1]  

Pois, quanto ao Egito, vão e inútil é o seu auxílio; por isso, lhe chamei Gabarola que nada faz Is 30,7

     A rudeza do profeta é porque eles confiam num outro país, mas não confiam em Jeová e emite um “Ai” àqueles que descem ao Egito em busca de socorro e se estribam em cavalos; que confiam em carros, porque são muitos, e em cavaleiros, porque são mui fortes, mas não atentam para o Santo de Israel, nem buscam ao Senhor.

     As profecias de Isaías, dadas para o seu tempo, também são entendidas como de aplicação futura. Um exemplo está em Is 31.1-8, onde enxerga-se um reinado messiânico, que ainda há de vir.

     No capítulo 36, Isaías relata a invasão de Judá pelos exércitos Assírios. O texto é parecido com 2Rs 18.31-20.19. O rei manda perguntar a Isaías o que iria acontecer à cidade, e Isaías diz para não temerem por causa das palavras com as quais o rei da Assíria blasfemou contra Deus, porque Ele meterá neles um espírito, e ele, ao ouvir certo rumor, voltará para a sua terra; e nela Ele o fará cair morto à espada. O profeta assegura: Não entrarão na cidade, nem lançará nela flecha alguma, nem levantarão contra ela tranqueiras. Pelo caminho por aonde vier, por esse voltará, mas na cidade não entrarão, assim diz o Senhor. Porque Ele defenderá a cidade para livrá-la, por amor Dele e do seu servo Davi.

     De fato, o exército é destruído e Ezequias curado de uma enfermidade mortal, o que faz Isaías louvar ao Senhor (Is 38.9-22) em agradecimento pela confirmação das palavras ditas por Isaías.


[1] Ou “o dragão inofensivo”

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112:7

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