Daniel – Loucura de Nabucodonosor

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      O capítulo quatro é uma carta, dirigida a todos os povos, escrita pelo Rei Nabucodonosor, contando as maravilhas que Deus, o altíssimo tem feito para com ele. É o relato de um sonho onde via uma árvore bem grande, que crescia e se tornava forte, tinha folhagem formosa, fruto abundante. Na sua sobra, os animais descansavam, as aves faziam moradas. Vem, então, dos céus um que manda cortar a árvore, os ramos, as folhas e afugenta todos os animais ali daquela árvore. A raiz deixou na terra amarradas com cadeias de ferro, e deveria ser molhada apenas com orvalho. O ser declara que esta ordem era dada pelos Santos, para todos saberem ser o Altíssimo o detentor do poder.

     Continua o Rei, e comenta o fato de nenhum sábio ter conseguido desvendar o sonho, a não ser Daniel, e este lhe disse:

-Ó Rei, a grande árvore que vistes é tu, que crescestes e viestes a ser forte. A interpretação do que desce do céu, é que tu, ó Rei, recebestes um decreto do Altíssimo que virá contra ti, e serás,Serás expulso de entre os homens, e a tua morada será com os animais do campo, e dar-te-ão a comer ervas como aos bois, e serás molhado do orvalho do céu; e passar-se-ão sete tempos por cima de ti, até que conheças que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens e o dá a quem quer. Dn 4.25

     Daniel pede ao Rei que acabe com seus pecados e que seja misericordioso com os pobres e, talvez, se prolongue sua tranquilidade.

     Ao fim de doze meses, o Rei passeava sobre o palácio e contemplava suas obras dizendo:

– Não é esta a grande Babilônia que edifiquei para a casa real, com meu grandioso poder e para glória da minha majestade?

     Falava ainda quando veio uma voz: Serás expulso de entre os homens, e a tua morada será com os animais do campo; e far-te-ão comer ervas como os bois, e passar-se-ão sete tempos por cima de ti, até que aprendas que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens e o dá a quem quer. Dn 4.32

     Ao mesmo instante se cumpriu o que fora dito pela boca de Daniel e o Rei foi expulso de entre os homens e passou a comer erva como os bois, o seu corpo foi molhado do orvalho do céu, até que lhe cresceram os cabelos como as penas da águia, e as suas unhas, como as das aves. No fim daqueles dias, Nabucodonosor levanta os olhos aos céus e recebe entendimento, e declara: – e eu bendisse o Altíssimo, e louvei, e glorifiquei ao que vive para sempre, cujo domínio é sempiterno, e cujo reino é de geração em geração. Todos os moradores da terra são por ele reputados em nada; e, segundo a sua vontade, ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem lhe possa deter a mão, nem lhe dizer: Que fazes? Tão logo me tornou a vir o entendimento, também, para a dignidade do meu reino, tornou-me a vir a minha majestade e o meu resplendor; buscaram-me os meus conselheiros e os meus grandes; fui restabelecido no meu reino, e a mim se me ajuntou extraordinária grandeza. Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo, exalto e glorifico ao Rei do céu, porque todas as suas obras são verdadeiras, e os seus caminhos, justos, e pode humilhar aos que andam na soberba. Dn 4.34-37

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II Reis
6:16

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